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Diz a lenda que somos um sopro divino, feitos de barro, divinamente encantados.

Em 1993, encontrei o barro, ou o barro me encontrou. Da minha formação como atriz e psicóloga, foram surgindo as figuras tridimensionais, expressionistas no barro. Comecei a dar forma a objetos utilitários ou não, compondo-os com personagens que aos poucos fui percebendo que faziam parte da minha história.

As nuances afetivas dos personagens, seus humores, aquilo que eles sugerem e omitem, é o combustível que movimenta a cena dentro do espectador e que o leva a adicionar suas próprias fantasias a respeito dos acontecimentos. Hoje eu tenho meu próprio atelier onde crio, vendo e dou aulas.